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Gree investe em um CD enxuto

 

A transferência de um CD (centro de distribuição) nem sempre acontece em razão de falta de espaço, e sim para a adequação de atividades e melhor funcionalidade. 

Foi o caso da Gree, um dos maiores fabricantes de ar-condicionado do mundo, que investiu em um CD menor, porém mais produtivo. Para a mudança, contou com a experiência e tradição da Fermad em operações logísticas, que foi a responsável pela desmontagem e remontagem de estruturas.

 

Como explica o supervisor de logística da Gree, Wilson Almeida, o antigo CD registrava problemas na expedição e no recebimento dos produtos, ultrapassando o tempo programado e prejudicando a operação. “Nosso sistema de docas era deficitário, o piso de baixa qualidade e o tamanho do edifício inadequado para as operações”, explica.

 

No novo prédio, que fica a 400 metros do anterior, são 21 mil m² a menos de espaço, mas que facilitou a agilidade e segurança nas operações. Para se ter ideia dos ganhos que o novo prédio trouxe à Gree, o índice de manutenção das empilhadeiras caiu 80%, graças à qualidade do piso e à redução dos percursos.

 

Além de um piso mais seguro, o novo prédio conta com 9,1 mil m², 15 m de pé- direito, 14 docas, sendo seis totalmente dedicadas à expedição, o que resolveu o problema de entrada e saída de produtos. As telhas translúcidas, que dispensam o uso de luz elétrica durante o dia, contribuíram para diminuir o custo da operação. O número de posições paletes também foi alterado para reduzir boa parte da área de estoque, aumentar a circulação dos produtos e conter o custo fixo. No CD anterior eram 16,3 mil posições drive-in e 4,1 mil posições porta-paletes; no novo armazém esse número caiu para 11,9 mil e 1,6 mil, respectivamente. Uma diferença de 4,4 mil posições drive-in e 2,5 mil posições porta-paletes. Mesmo assim, o CD ainda mantém espaço para expandir, já que as estruturas possuem cinco níveis de 1,5 m cada, que permitem o acréscimo de mais dois níveis. 

 

Cronograma cumprido à risca

 

O CD de São Paulo corresponde a 70% de toda a operação da Gree no Brasil, chegando a receber em um dia até 15 contêineres de produtos importados da China ou produzidos em Manaus, onde a empresa mantém uma fábrica desde 2001. Exatamente por este motivo, a interrupção das atividades para realizar a mudança estava fora de cogitação, e era preciso um bom planejamento para que tudo ocorresse da melhor maneira, sem interferir no andamento do CD.

 

Programada para acontecer em 45 dias, a mudança foi concluída um dia antes do planejado. De acordo com o diretor de logística da Gree, Jack Nie, isso só foi possível graças ao foco no planejamento, para o qual foram dedicados cerca de 40 dias. Tanto a Gree quanto a Fermad desenharam cada etapa do processo, inibindo riscos e medindo produtividade por operador. 

 

De acordo com Silvio Barbosa, diretor da Fermad, foram necessárias 80 viagens para concluir a transferência, com média de duas por dia. Para não interferir na operação do CD, foi criada uma estrutura de profissionais responsáveis por abrigar os produtos retirados das posições em blocagens próximas à área de expedição, enquanto a equipe da Fermad se dedicava à desmontagem e à montagem das estruturas. Foram disponibilizados 35 profissionais da Fermad, que se dividiram entre desmontagem, transporte e instalação.

 

“Diariamente eram desmontadas em média cerca de 400 posições paletes, ultrapassando o previsto. Tanto que, no 18º dia, 50% das estruturas já estavam montadas no novo CD e, no 44º dia, faltavam apenas 75 posições”, explica o diretor. Já o transporte do material ficou por conta de um caminhão truck em substituição à carreta, para adequar a quantidade de material à velocidade de montagem e ao número de montadores.

 

Hoje o CD da Gree estoca oito dos principais modelos de ar-condicionado fornecidos pela empresa no País, pulverizando-os para a região Sudeste, Centro-Oeste e parte da região Sul, além de países da América Latina. Segundo o supervisor da Gree, a redução de espaço físico contribuiu para otimizar a produção e abrir espaço à implementação do WMS (“warehouse management system”, sistema de gerenciamento de armazéns): o próximo passo do CD.

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